31/08/2010

SIGNIFICADOS DOS LOGOTIPOS EM VEÍCULOS

Na aula proferida pelo Professor Edson Roberto de Jesus em 30/08/2010, na qual teceu várias considerações sobre as teorias de Fayol, Henry Ford; Taylor, Toyota e Weber, na indústria automobilística.Aproveitei a oportunidade para acrescer ao conteúdo o significado dos logotipos de veículos automotores abaixo:

"Os emblemas dos fabricantes de automóveis são mais do que simples símbolos de identificação das marcas. A maioria deles traz embutidos diversos aspectos da história da marca, capazes de aguçar a curiosidade dos aficionados por carros.

Os logotipos acompanham o surgimento das primeiras fábricas de automóveis, no início do século passado. Como escuderias, agremiações esportivas e outras associações, os primeiros fabricantes de automóveis não dispensavam um símbolo de identificação do modelo, seguindo uma tradição surgida na Idade Média, como os brasões nobiliárquicos. Veja o significado dos que mais ficaram marcados na história do automóvel:
Audi: As quatro argolas unidas representam as marcas alemãs que formaram a Auto Union, fundada em 1947. São elas: Horch, Audi, Wanderer e DKW. No dia 1º de janeiro de 1985, a Auto Union passou a se chamar Audi AG, com sede empresarial em Nekarsulm, na Alemanha.

Alfa Romeo: O símbolo é composto pela bandeira com a cruz vermelha (brasão da cidade de Milão) e pela serpente devorando um homem (símbolo da família real milanesa). O nome do fabricante italiano, fundado em 1910, é a combinação da sigla
A.L.F.A (Anônima Lombarda Fabbrica Automobili) com o sobrenome do engenheiro Nicola Romeo, fundador da marca.

BMW: Representa uma hélice de avião, nas cores azuis e pretas. Foi criada depois que os irmãos Karl Rath e Gustav Otto conseguiram permissão do governo alemão para produzir motores de avião, em 1917. O primeiro carro a ter o símbolo da marca alemã foi o modelo Dixi 3/15, de 1928. BMW é a abreviatura de "Fábrica de Motores da Bavária" (Bayerische Motoren Werk).

Chevrolet: Diz à lenda que o logotipo em forma de gravata borboleta foi baseado na ilustração do papel de parede de um hotel em Paris onde um dos fundadores da marca, William Durant, teria se hospedado, em 1908. Durant guardou a amostra na carteira para usá-la como símbolo da marca de automóvel que fundou em parceria com o piloto Louis Chevrolet.

Chrysler: A antiga estrela de cinco pontas, formada a partir de um pentágono com cinco triângulos, representa a precisão da engenharia. O logo atual é um escudo com asas, que já havia sido foi adotado entre as décadas de 30 e 50.

Citroën: Os dois "V" invertidos, conhecidos na França como “Deux Chevron", simbolizam a engrenagem bi-helicoidal criada pelo engenheiro Andre Citroën, fundador da marca francesa.

Dodge: O búfalo simboliza a cidade de Dodge, localizada no estado de Kansas (EUA), no oeste norte-americano.

Ferrari: O cavalo preto empinado sobre o fundo amarelo era usado no avião de Francesco Barraca, piloto de caça italiano morto na Primeira Guerra Mundial. A pedido da mãe de Barraca, o comendador Enzo Ferrari passou a adotar o emblema em seus carros a partir de 1923.

Fiat: A sigla em letras brancas sobre fundo azul significa Fábrica Italiana de Automóveis de Turim.

Ford: O símbolo oval com a assinatura de Henry Ford permanece quase inalterado desde a fundação da empresa, em 1903. Hoje ele inspira o desenho das grades dos carros da marca.

Jeep: Marca norte-americana cuja origem vem da pronúncia, em inglês, da sigla G.P (General Purpose), utilizada para identificar os modelos destinados a vários tipos de uso.

Lamborghini: O touro que aparece no símbolo dos esportivos italianos é uma homenagem do fundador da marca, Ferruccio Lamborghini, às lutas de touro, pelas quais era fanático. Tanto que os carros da marca (Diablo e Murciélago) têm nomes de touros famosos.

Maserati: O logotipo da marca italiana representa o tridente de Netuno, símbolo da cidade de Bolonha. A fábrica foi fundada em 1919 pelos irmãos Carlo, Bindo, Alfieri, Ettore e Ernesto Maserati.

Mercedes-Benz: A estrela de três pontas representa a fabricação de motores para uso na terra, água e mar. Surgiu depois que Gottlieb Daimler enviou cartão postal para sua mulher, dizendo que a estrela impressa no cartão iria brilhar sobre sua obra.

Mitsubishi: Um diamante de três pontas que remete à resistência e preciosidade. O símbolo veio do nome da marca: "Mitsu" significa três em japonês; "Bishi", diamante.

Nissan: A moldura azul (cor do céu e do sucesso na cultura japonesa) e um círculo vermelho ao fundo (que representam a luz do sol e a sinceridade) remetem ao provérbio "sinceridade leva ao sucesso". Nissan significa "indústria japonesa".

Peugeot: O leão estilizado, que representa a "qualidade superior da marca" e homenageia a cidade de Lion (França), é usado desde 1919. Desde então, o logotipo sofreu sete modificações.

Porsche: São dois brasões sobrepostos - o da região de Baden-Württemberg e o da cidade de Stutgartt (o cavalo empinado), sede da marca alemã. A marca adotou o símbolo a partir de 1949.

Quadrifólio: O trevo de quatro folhas dos esportivos da Alfa Romeo é o amuleto usado pelo piloto Ugo Sivocci, considerado herói da marca depois de ter morrido em um acidente, em 1923, no circuito de Monza (Itália). A partir daquele ano, todos os carros de corrida passaram a ter esse logotipo na carroceria.

Renault: O losango parecido com um diamante foi adotado em 1925, para sugerir sofisticação e prestígio. Desde então, teve quatro mudanças de visual. O primeiro símbolo, de 1898, eram dois "R", em homenagem aos irmãos Loiuis e Marcel Renault, fundadores da marca francesa.

Rolls Royce: Os dois "R" do logotipo eram estampados em vermelho. Com a morte de seus dois fundadores, Charles Rolls (1910) e Frederick Royce (1933), as letras passaram a ser grafadas em preto, em sinal de luto.

Saab: Uma das marcas sob controle da GM, a sueca Saab começou a fabricar aviões em 1938. O nome vem de Svenska Aeroplan Akteebolaget. A produção de automóveis começou em 1959. O logotipo circular tem um animal mitológico com cabeça de águia e garras de leão, símbolo da vigilância. O azul de fundo é a cor da marinha.

Subaru: Na língua japonesa, Subaru significa "plêiade" (conjunto de estrelas). Isso explica a constelação adotada como logotipo da marca".

Toyota: O desenho consiste em 3 elipses entrelaçadas. Em termos geométricos, uma elipse possui dois pontos centrais: um deles é o coração dos clientes e o outro é o coração do produto. A elipse maior unifica os dois corações. A combinação das elipses vertical e horizontal simboliza o "T" de Toyota. O espaço do fundo representa o contínuo avanço do desenvolvimento tecnológico da Toyota e as ilimitadas oportunidades à nossa frente.

Volvo: O polêmico logotipo da marca sueca (que hoje é controlada pela Ford) é o símbolo da masculinidade. Por esse motivo já foi muito contestado por movimentos feministas na Europa.

Fonte: http://www.ieieie.com.br/
Transcrição:Antonio Carlos de Lima-"Toninho Carlos" - Estudante de Comunicação Institucional na Unicid.

30/08/2010

ABELARDO BARBOSA “Chacrinha, O Velho Guerreiro"

Lembrei-me do bordão do velho Chacrinha, personagem do televisivo Abelardo Barbosa,pois tive a felicidade de ver os seus programas nas décadas de 70/80, a sua frase mais marcante é:"Quem não comunica de estrumbica".A sua maneira de se comunicar era inovador, meu irmão Mário de Lima já falecido nessa época foi participar do"Programa a Buzina do Chacrinha" e até hoje está gravada em minha mente a imagem transmitida por televisor preto e branco, assim que ele entoou a primeira nota, o Abelardo Barbosa"Chacrinha" deu uma sonora buzinada.Por isso, sob a luz da minha ótica a comunicação é tudo, porém devemos ter um bom senso ao usar as palavras.
E caso queiram ver fotos do "Velho Guerreiro", acessem o portal:
Fonte:Antonio Carlos de Lima-"Toninho Carlos"-Estudante de Comunicação Institucional na Unicid.

Trajetória do Velho Guerreiro:

Fruto dum lugar onde pouca coisa desabrochava do solo hostil, José Abelardo Barbosa de Medeiros nasceu em 1916 na cidade de Surubim, Pernambuco, e conseguiu ultrapassar as barreiras do sertão, extraindo lições de um lugar castigado pela seca. Foi essa terra infrutífera que o fez buscar dinheiro e carreira na Alemanha. Porém, enquanto Abelardo viajava num navio, a guerra eclodiu e ele foi obrigado a descer no Rio de Janeiro, onde começou sua trajetória no rádio. Passou pelas rádios Vera Cruz, Tupi e Guanabara. Das experiências radiofônicas trouxe o improviso e o compromisso com a alegria a qualquer preço. O famoso Chacrinha ficou conhecido como o primeiro palhaço televisivo brasileiro. Considerado o maior comunicador de massa do país durante mais de vinte anos, o autor da frase "Na televisão nada se cria, tudo se copia" apresentou programas de auditório de grande aceitação do público. Muniz Sodré e Raquel Paiva (2002) entendem que ao misturar elementos urbanos à cultura rústico-plebéia, Chacrinha produzia uma estética de conciliação dos contrários.
Fica visível que não existiu um movimento em prol do mau gosto, mas na junção entre a linguagem televisiva, vista como glamorosa, e o cotidiano de um país marcado pela transição da ditadura para a democracia. Dito isso, a lógica evidenciada pelo barroco, na mistura entre elementos primordialmente opostos, como cultura popular e erudita, era ratificada por aqueles que participavam do programa.
Uma das virtudes atribuídas ao "velho guerreiro" foi passar longe da celebração dos mitos emergentes da televisão, unindo atrações artísticas que despontavam em movimentos como a Tropicália e o rock nacional.
Espontaneidade manipulada:
A partir da década de 1970, a televisão funcionou como veículo de grande alcance e modificou constantemente sua concepção em busca de novos adeptos. Trazida ao Brasil pelo empresário paraibano Assis Chateaubriand em 1951, até 1964 seus preços eram elevados, o que induzia à permanência do rádio.Com a popularização, o meio começou a ser considerado o porta-voz do povo, lugar para a justiça social, pois nele era possível verificar e reivindicar serviços básicos burocratizados e indisponibilizados pelo governo.
Os programas apresentados por Chacrinha, que tinha tradição na escola no rádio, eram apresentados ao vivo e tinham sempre uma platéia. Era ela que enriquecia a atração: eram pessoas comuns, imunes ao estrelato do mundo midiático, dominado por padrões estéticos, sociais e culturais muito rígidos, que transportavam a realidade do dia-a-dia para os palcos.

Segundo Paiva & Sodré (2002, p. 111), "é uma característica atual dos meios de comunicação, que transportam e manipulam industrialmente a espontaneidade popular, visando à captação e ampliação da audiência".
“Dicotomia convergente”
Flávio Cavalcanti e Silvio Santos são exemplos de que até hoje é comum conferir ao apresentador poderes que os governantes não têm o amor do público, e que o público não tem e o poder de comunicação de massa. Por isso, alguns foram e ainda são vistos como "heróis do povo". No caso de Chacrinha, ele tudo podia: falar mal, brincar, se vestir de mulher, jogar bacalhau ou penico na platéia.
O herói era sério e crítico quando necessário, provando que sua forma de apresentar era tão incongruente quanto à situação do povo brasileiro. Sabendo disso Chacrinha dizia: "O mundo está em dicotomia convergente, mas vai mudar.".
Referências bibliográficas:
SODRÉ, Muniz; PAIVA, Raquel. O Império do Grotesco. Rio de Janeiro: Mauad, 2002 .


IMPOSTO VIRTUAL x IMPOSTO REAL

Tive a oportunidade de visitar as dependências da Associação Comercial de São Paulo, localizada à Rua Boa Vista n.º 51, Centro Velho de São Paulo e conheci o impostômetro é um relógio que dá a mensuração exata e em tempo real e em valores estratosféricos o quanto o governo arrecada em impostos que na sua maioria não são revertidas em benefícios para a população brasileira. Acesse o site http://www.impostometro.com.br/e veja o absurdo da arrecadação imoral.

Fonte: Antonio Carlos de Lima-“Toninho Carlos”, Estudante de Comunicação Institucional na Unicid

29/08/2010

FUTEBOL AMADOR

O aluno do Curso de Comunicação Institucional da Unicid, Antonio Carlos de Lima-“Toninho Carlos” é colunista do site http://www.amardozao.com.br/localizado no município de São José do Rio Preto, a convite do diretor-presidente Oscar de Oliveira, que tem o objetivo de acompanhar o futebol amador e região. Notícias de âmbito estadual e nacional também merecem a atenção deste portal.

GENTILEZA GERA GENTILEZA


A Mestra Maria Bernadete Tonetto, Professora do Curso de Comunicação Institucional fez citação do Poeta Gentileza durante o I semestre de 2010. Ela é profunda conhecedora do assunto infra abordado, além de ter residido no Rio de Janeiro, fato comentado durante a 29.ª Bienal Formando Educadores no antiteatro da Unicid:
“Quem é esse cavaleiro andante, em plena cidade contemporânea, a conduzir seu estandarte cheio de apliques, metendo-se pelos lugares, a levar sua palavra? De início, chega-nos sua estranheza, seu "deslocamento", antes, até de sua gentileza. Vê-lo com sua bata branca pela rua é ter contato com uma figura que nos parece extemporânea. Não de um futuro, mas de uma voz que ecoa, bizarramente, um sagrado que não se mostra mais.
É a partir desse primeiro contato que se percebe que, para ele, o que nos poderia parecer um deslocamento ou desvio foi uma "opção". O que Gentileza marca? Que dizer é esse que se transfere à própria ambiência da cidade, assentando-se nas pilastras de seus viadutos?
José Datrino era um empresário, dono de uma transportadora de cargas no Rio de Janeiro, que se viu sacudido por um acontecimento de grande força trágica: a queima de um grande circo na cidade de Niterói. Após seis dias, ele recebe um chamado divino para que deixe tudo que possuía e venha viver uma missão na Terra, assumindo uma nova identidade. Como explicar tal atitude e tal mudança de comportamento frente à realidade? Como é possível que um homem seja levado a abandonar tudo, recolhendo, de um episódio, o anúncio de um novo sentido à vida?Nascido em 11 de abril de 1917, em Cafelândia, interior de São Paulo, José Datrino era o segundo filho de Paulo Datrino e Maria Pim, dentre os onze filhos do casal. Viveu até os 20 anos naquela região lidando diretamente com a terra, onde ajudava a família a manter-se, mesmo em épocas difíceis. Rapaz franzino trabalhava puxando carroça para vender lenha nas cidades próximas. Algumas vezes, chegava a fazer duas viagens, numa mesma noite, para prover a família. Como lavrador aprendeu a reconhecer a riqueza da natureza. O campo ensinou também José a amansar burros para o transporte de carga. Tempos depois, Gentileza se dizia "amansador dos burros homens da cidade que não tinham esclarecimento.
Desde os doze anos de idade, José já prenunciava uma missão. Achava que teria de "ter uma família, ter filhos, construir bens, mas que, um dia, teria de deixar tudo". O comportamento estranho do filho levou seus pais a suspeita de que fosse acometido de loucura. Razões místicas também foram buscadas e José foi levado a curadores espíritas para que seu problema se resolvesse. Em 1937, já com 20 anos, deixa a cidade de Mirandópolis, sem avisar a família, rumando para São Paulo. Seu destino final era o Rio de Janeiro. Ao se dar conta da partida do filho, seu pai seguiu seus passos até São Paulo, mas não conseguiu interceptá-lo. Para a família, na época, o filho tinha sido levado por um guia espiritual. José Datrino ficou quatro anos sem dar notícia a seus familiares de Mirandópolis. Conta seu irmão Pedro que, toda vez que ouvia a Maria Fumaça apitar, seus olhos se enchiam de lágrimas na esperança do retorno do irmão. Quando souberam de José, ele já estava estabelecido no Rio e pedia à mãe que lhe enviasse seus documentos. No Rio, casou-se com Emi Câmara, com quem teve cinco filhos, "três femininos, e dois masculinos".
O sustento de José Datrino e sua família provinham de fretes que ele também passou a fazer na cidade.
Aos poucos, fez crescer o negócio e, finalmente, estabeleceu-se com uma transportadora de cargas na Rua Sacadura Cabral, no centro da cidade. Cumpria-se seu prenúncio de infância: José Datrino constituíra família e bens; era um empresário possuidor de "três caminhões, três terrenos e uma casa".
Com a vida "estabelecida" no Rio de Janeiro, deu-se a grande mudança na vida de Datrino. Conta Maria Alice, sua filha mais velha, que, numa noite, viu o pai atormentado por uma visita de alguém que queria tornar-se sócio de sua empresa. Com a partida da visita, José Datrino correu para o quintal, e ali cobriu todo o corpo de terra e lama. Soltou, em seguida, os pássaros e as galinhas. “Este episódio marcante já revelava a intensidade daquele momento para o pai de família José Datrino: invocando o direito de reesculpir-se do barro, um novo homem fazia-se de um novo húmus.”
Transcrito por:Antonio Carlos de Lima-"Toninho Carlos", Estudante do Curso de Comunicação na Unicid.

BM&FBOVESPA

"Quanto mais conhecimento você acumula ao longo da vida, mais participativo e consciente você se torna. Daí começa a perceber com suas atitudes podem ser benéficas para seu desenvolvimento pessoal e também na sociedade. Na carreira e no mercado, o importante é investir em conhecimento."

Fonte: BM&FBOVESPA na Feira do Estudante 2010, para maiores informações, acesse o portal: http://www.desafiobmfbovespa.com.br/

Transcrito por: Antonio Carlos de Lima-"Toninho Carlos"-Estudante de Comunicação Institucional na Unicid.

CENSO 2010

Censo 2010 mostrará Brasil envelhecido e com menos crianças nascendo, prevê presidente do IBGE
“Brasília – O Censo 2010 deverá mostrar um país com mais pessoas idosas e também uma menor taxa de mortalidade infantil. A estimativa é do presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eduardo Pereira Nunes, que concedeu entrevista hoje (4) ao programa Brasil em Pauta, da Rádio Nacional do Rio de Janeiro.
De acordo com ele, além de mostrar uma população mais envelhecida e uma taxa menor de mortalidade infantil, o censo deste ano também mostrará que a taxa de natalidade diminuiu. “Vamos ter muitos brasileiros com mais de 100 anos. Vamos perceber uma sociedade com o número de crianças que estão nascendo diminuindo. Continuam a haver nascimentos, mas as taxas são cada vez menores. E tão importante quanto ter redução do número de crianças que nascem é a redução da mortalidade infantil”, explicou.
Nunes disse que essa nova realidade terá de ser seguida por novas políticas públicas, que deverão ter como base as informações do Censo 2010. Ele exemplificou como necessidades a serem suprida a construção de casas adaptadas para pessoas idosas e um transporte público de fácil acesso. “Esse censo vai mostrar um novo Brasil e, com essa nova realidade, políticas públicas terão de ser tomadas. Numa sociedade que envelhece, nós teremos que nos preparar”, disse.
Até outubro, os recenseadores vão visitar 58 milhões de municípios, inclusive localidades em áreas de risco, como favelas, e localidades rurais. O instituto desenvolveu uma estratégia específica para chegar a esses locais. Nas áreas de risco, o órgão procurou selecionar recenseadores que sejam da comunidade e orientou-os a procurar as lideranças locais para fazer a divulgação do censo.
Nas áreas rurais, o IBGE também procurou selecionar pessoas do município. “Os recenseadores da área rural remota contam com meio próprio de transporte ou o IBGE criará facilidades de transporte para levar o recenseador a essas áreas. E não é só na área rural, é também na Amazônia, no interior da floresta, nas comunidades indígenas. E para cada uma delas temos uma logística preparada. Não há município que não tenha recenseador”, disse o presidente do IBGE.
Nunes alertou que o instituto não enviará e-mails para ninguém pedindo que responda o censo pela internet. “O IBGE não vai enviar e-mail para a pessoa dizendo que ela foi sorteada para responder pela internet. O IBGE não tem o e-mail de ninguém”, garantiu. Roberta Lopes/Repórter”.



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