COMUNICAÇÃO É PODER, E TEM PODER QUEM AGE!
Portfólio Profissional Digital de Toninho Carlos, Analista em Comunicação Social, Redator, Comunicação Institucional na Unicid, ex-docente voluntário de cidadania e redação do Projeto Jovem Aprendiz VOITH/SENAI/EDUCAFRO, CIC Oeste, da Secretaria de Justiça Defesa da Cidadania, redator do
Jornal Freguesia News, coluna
A Voz da Comunidade, no perío-
do de 2001 até 2015, e assessor
de imprensa da Rádio Paulistana na Web de 2015 até 2021.
As fotos originais enviadas para o
jornal são as coloridas, mas na edição somente foi editada em preto em branco –
a senhora Regina Sylvia teve uma atitude de cidadã e todos deveriam seguir o
seu exemplo,o link acima , divulgou uma síntese e o
vídeo supra tem maiores detalhes.
Centenas de pessoas compareceram na Casa de Portugal conforme convite
anexo, a fim de prestar homenagem póstuma ao saudoso Mário Covas se estivesse
entre nós estaria com 8,5 décadas de idade, completada em 21/04 -, foi servido
um churrasco promovido pela Fundação Mário Covas, e destacamos a presença dos
parlamentares: Adolfo Quintas, Aloysio Nunes Ferreira Filho, Andrea Matarazzo, Bruno
Covas, Mário Covas Neto (Zuzinha), a animação correu por conta do folclórico
Avelázio Jacobina.
A senhora Lila Covas não compareceu até o momento em que encontrava bem
como o governador Geraldo Alckmin pelo que ouvi dizer oficiosamente “se
encontrava em compromisso na região de Sorocaba, ou precisamente no município
de Tatuí para inauguração de obras”.
Sou amigo do autor Nubar Kerimian e de seus irmãos Simão Kerimian e Bartheny
(Rosa), (registrado como Gherimian), por erro de fonética de seus falecidos
pais, os quais vieram da Armênia ainda meninos e desembarcaram aqui no Brasil,
outros seguiram rumo a outras nações.
Conheço-os desde década de 80 e, residem no Imirim nas imediações do
Colégio e Igreja Consolata, na zona norte paulistana; seu falecido pai Agop me
chamava de filho, aqui presto as minhas homenagens à coletividade Armênia e a
família Kerimian in memorian: Jorge (Kevork), Annayd (Anaide), Agop e Anuray (pais)
- foi o primeiro genocídio do século XX o qual dizimou 1.500.000 de armênios, através
da barbárie turca otomana, infelizmente grande parte do território ainda está
em poder da Turquia e seus curdos, inclusive o Monte Ararat onde Noé fez
história com sua Arca.
Durante a campanha de 2008 o então candidato Barack Obama havia se comprometido
em rever essa situação e apoiar a causa para reparação do holocausto encoberto
pela primeira guerra mundial, no entanto, não cumpriu o prometido, o Brasil
também não reconhece esse grave crime contra a humanidade e que causa
estranheza é que temos milhares de imigrantes e descentes oriundos da Armênia –
os quais colaboraram com as suas culturas e força de trabalho.
Já li as duas edições do livro, é estarrecedora a história narrada, que
hoje completa um século -, 100 anos sem nenhuma reparação ou apoio por parte da
ONU-Omissão Nula e não Organização das Nações Unidas.
Não há diferença entre a política
brasileira e usuários de crack, ambos são drogas em ascensão, assim se correr o
bicho pega e se ficar o bicho come. Toninho Carlos
Em São Paulo, o chefe do executivo municipal implantou ciclovias sem ouvir a população, bem como fazer um estudo detalhado de cada região, pois há peculiaridades regionais – não dá para comparar a Holanda uma nação integrante dos países baixos com a megalópole paulistana que é extremamente acidentada -, ora surge o escândalo das pedaladas /uma maneira de maquiar as contas públicas da esfera federal: Seria conveniente utilizar as ciclovias de Haddad para as pedaladas da Dilma.
Aproveito a oportunidade para informar que as faixas exclusivas de ônibus da Avenida Inajar de Souza importante artéria da zona norte da capital, terão suas obras reiniciadas após a liberação de R$
40.000.000,00, o que causa estranheza é o fato de que a cada nova administração municipal, os corredores são novamente “reformados”, uma maneira de dilapidar o erário público fruto da sangria tributária imposta a nós cidadãos.
Hoje uma jovem, amanhã uma balzaquiana senhora, daqui há alguns anos, uma outra era da vida, a do amadurecimento – assim segue o ciclo de sua vida, mulher vaidade -, sem problemas com o cronos, mudando da água para vinho que o tempo entorpece através da sua efervescência de ser apenas não um simples ser, mas a maravilha de você existir mulher, assim o passar do tempo não desnuda a sua verdadeira razão de ser.