24/11/2014

EDUCANDO VOLUNTARIAMENTE














Há pessoas que têm o dom da docência e, isso independe de serem remuneradas ou não – assim espera-se uma educação com mais qualidade, no entanto, instituir escolas integrais e ou em período integral não basta – nota-se a fadiga de professores e alunos, pois a longa permanência na sala de aula sem outros complementos: artes, cultura, teatro, quadras poliesportivas, além de uma melhor remuneração para todos os servidores/funcionários das unidades escolares; entenda-se que o quadro funcional tem várias nomenclaturas, porém há uma cultura de se diferenciar outras categorias com a classe dos docentes, convém observar que todos são agentes públicos com categorias diferenciadas, assim o pessoal de apoio deve e não deveria ser mais bem avaliado – imagine-se uma edificação sem o alicerce.
Durante o período que gente exerceu as funções de professor voluntário da EDUCAFRO em face de parceria com CIC - Centro de Integração da Cidadania Oeste, da Secretaria de Justiça e dos Direitos da Cidadania, todos os apoiadores foram citados e reconhecidos pela direção.
Nas fotos acima citamos também a jovem professora de matemática Thaís Moraês, a qual dedicou uma parte do seu parco tempo pela melhoria da qualidade de vida através dos seus ensinamentos.
No próximo ano, reiniciaremos as nossas funções de voluntariado na educação por um Brasil melhor!

Toninho Carlos

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